sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

USINA CATENDE O QUE PENSAR DA FALENCIA!


Em janeiro de 2012, foi decretada a falência da usina Catende. E de forma abruta, todos seus dependentes se viram sem rumo e sem expetativas. Ex funcionários tiveram que partir para outros estados em busca de sustentos para suas famílias, acarretando em seus parentes a ansiedade e o desconforto da partida, aliado a insegurança de seus futuros. Esta atitude dizimou pelo menos, sete mil empregos direto e indireto, considerando, Pessoas prestes a obter suas aposentadorias, de repente se veem, desorientados sabendo o quanto difícil é outro emprego, por conta de suas idades, não deixa ser uma calamidade social.  Daí, podemos imaginar, o clima de desolação que esta providencia ocasionou a toda região, incalculável. A usina Catende encontra – se hoje em estados completo de abandono, suas estruturas enferrujadas, suas dependências tomadas pelo mato, sem falar nos saques que houveram, sem nenhuma investigação, apesar das denúncias veiculadas na imprensa.  A pergunta se faz necessária:  a quem interessou o fechamento da Usina? Quem ganhou, quem perdeu? Havia interesses políticos?   se havia, por parte de alguém?  Bem! Quem perdeu mesmo, foram seus ex funcionários, que nada tinha a ver com o que ocorria, e mesmo assim, encontram-se injustiçados,  e  na contramão desta tragédia socioeconômica, a JUSTIÇA, que com sua celeridade habitual, há seis anos, não tem se quer uma notícia que possa dá alentos a estas pessoas, pessoas que deveriam serem respeitadas, afinal de contas, trata se de justiça,a da Justiça. Mais uma pergunta: Afinal quando será que os ex funcionários serão ressarcidos dos seus créditos?

Esperamos que haja justiça para os humildes pobres trabalhadores.

Respeito, apenas, respeito só isso. Que precisamos.

domingo, 13 de dezembro de 2015

USINA CATENDE UMA CALAMIDADE SOCIAL.


USINA CATENDE UMA CALAMIDADE SOCIAL.


É improvável que alguém que esteja do outro lado da situação, possa avaliar de maneira contundente o estrago causado pelo decreto de falência da usina. É realmente um flagelo social. Parece que não houve uma avaliação da importância econômica e social que usina provia em Catende e região. O campo  que a poucos anos atrás, foi ocupado por milhares de toneladas de cana, gado, cultura de sobrevivência,  encontra-se hoje, completamente desnudo. O  parque industrial, o  mato se alastra, e na mesma velocidade, a ferrugem  corroem suas estruturas  metálicas. A falta de respeito a rica história da Usina Catende, deixa uma triste lacuna nos anais da cultura de cana de açúcar  do estado de Pernambuco. A usina Catende, em seus áureos tempos, ostentava seus imponentes casarões, suas estradas literalmente sem fim, seus grandiosos projetos de irrigação, quase todo por gravidade, sinônimo de tecnologia,  admiração, ousadia. Suas estradas de ferro com seus 66 vagões, suas locomotivas impecavelmente cuidadas, rasgava o silencio das madrugadas com seus conhecidos e habitual apitos a denunciar suas chegadas ao parque industrial trazendo parte da matéria prima. que horas depois transformava - se em seu proncipal produto . Usina Catende, que apesar de suas dificuldades, dificuldades estas de toda ordem, nos últimos anos, era capaz de gerar três mil empregos prover uma demanda acima de R$ 50.000.000,00 por safra. Infelizmente, nos últimos 10 anos, pessoas incapazes e desonestas, assumiram o comando administrativo da empresa, com formatos mistos."  Privadojustiça, sindicatura, cooperativismo e  politicagem". Aliado a este, a  omissão por parte do governo do Estado, que de forma contundente, contribuiu muito para que fosse decretada a  falência.
Diante deste cenário,  não havia alternativa, nem credibilidade para reverter a situação. E desta forma, silenciavam –se toda sonora que uma indústria de cana de açúcar emiti em suas atividades cotidiana. Lamentavelmente, não lhe foi dada uma chance de sobre vida. A insensibilidade da  justiça, é de certa forma,compreensiva, mas, politicamente repugnante, pois esta decisão levou a demissões de todos funcionários, devastando a economia e os anseios social toda região. Vinte e quatro mil hectares de terras literalmente abandonados. Um êxodo sem divida! Sem contar com a falta de compromisso por parte da ajustiça em liquidar os débitos trabalhistas, que parece está em segredo de justiça, difícil de um cidadão comum, ter informações dos seu direitos.

Um descaso!!!!

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