Em janeiro de 2012, foi decretada a
falência da usina Catende. E de forma abruta, todos seus dependentes se viram
sem rumo e sem expetativas. Ex funcionários tiveram que partir para outros
estados em busca de sustentos para suas famílias, acarretando em seus parentes
a ansiedade e o desconforto da partida, aliado a insegurança de seus futuros. Esta
atitude dizimou pelo menos, sete mil empregos direto e indireto, considerando, Pessoas
prestes a obter suas aposentadorias, de repente se veem, desorientados sabendo o quanto difícil é outro emprego, por conta de suas idades, não deixa ser uma calamidade social. Daí, podemos imaginar, o clima de desolação que
esta providencia ocasionou a toda região, incalculável. A usina Catende encontra – se hoje
em estados completo de abandono, suas estruturas enferrujadas, suas
dependências tomadas pelo mato, sem falar nos saques que houveram, sem nenhuma
investigação, apesar das denúncias veiculadas na imprensa. A pergunta se faz necessária: a quem interessou o fechamento da Usina? Quem
ganhou, quem perdeu? Havia interesses políticos? se
havia, por parte de alguém? Bem! Quem perdeu
mesmo, foram seus ex funcionários, que nada tinha a ver com o que ocorria, e
mesmo assim, encontram-se injustiçados, e na contramão desta tragédia socioeconômica, a JUSTIÇA, que com sua celeridade habitual, há seis
anos, não tem se quer uma notícia que possa dá alentos a estas pessoas, pessoas
que deveriam serem respeitadas, afinal de contas, trata se de justiça,a da Justiça. Mais uma pergunta: Afinal
quando será que os ex funcionários serão ressarcidos dos seus créditos?
Esperamos que haja justiça para os
humildes pobres trabalhadores.
Respeito, apenas, respeito só isso.
Que precisamos.