domingo, 13 de dezembro de 2015

USINA CATENDE UMA CALAMIDADE SOCIAL.


USINA CATENDE UMA CALAMIDADE SOCIAL.


É improvável que alguém que esteja do outro lado da situação, possa avaliar de maneira contundente o estrago causado pelo decreto de falência da usina. É realmente um flagelo social. Parece que não houve uma avaliação da importância econômica e social que usina provia em Catende e região. O campo  que a poucos anos atrás, foi ocupado por milhares de toneladas de cana, gado, cultura de sobrevivência,  encontra-se hoje, completamente desnudo. O  parque industrial, o  mato se alastra, e na mesma velocidade, a ferrugem  corroem suas estruturas  metálicas. A falta de respeito a rica história da Usina Catende, deixa uma triste lacuna nos anais da cultura de cana de açúcar  do estado de Pernambuco. A usina Catende, em seus áureos tempos, ostentava seus imponentes casarões, suas estradas literalmente sem fim, seus grandiosos projetos de irrigação, quase todo por gravidade, sinônimo de tecnologia,  admiração, ousadia. Suas estradas de ferro com seus 66 vagões, suas locomotivas impecavelmente cuidadas, rasgava o silencio das madrugadas com seus conhecidos e habitual apitos a denunciar suas chegadas ao parque industrial trazendo parte da matéria prima. que horas depois transformava - se em seu proncipal produto . Usina Catende, que apesar de suas dificuldades, dificuldades estas de toda ordem, nos últimos anos, era capaz de gerar três mil empregos prover uma demanda acima de R$ 50.000.000,00 por safra. Infelizmente, nos últimos 10 anos, pessoas incapazes e desonestas, assumiram o comando administrativo da empresa, com formatos mistos."  Privadojustiça, sindicatura, cooperativismo e  politicagem". Aliado a este, a  omissão por parte do governo do Estado, que de forma contundente, contribuiu muito para que fosse decretada a  falência.
Diante deste cenário,  não havia alternativa, nem credibilidade para reverter a situação. E desta forma, silenciavam –se toda sonora que uma indústria de cana de açúcar emiti em suas atividades cotidiana. Lamentavelmente, não lhe foi dada uma chance de sobre vida. A insensibilidade da  justiça, é de certa forma,compreensiva, mas, politicamente repugnante, pois esta decisão levou a demissões de todos funcionários, devastando a economia e os anseios social toda região. Vinte e quatro mil hectares de terras literalmente abandonados. Um êxodo sem divida! Sem contar com a falta de compromisso por parte da ajustiça em liquidar os débitos trabalhistas, que parece está em segredo de justiça, difícil de um cidadão comum, ter informações dos seu direitos.

Um descaso!!!!

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